CORONAVÍRUS (COVID-19) Programa distribuirá 439 toneladas de alimentos para quase 104 mil cearenses ~ Portal do Helvécio Martins

quinta-feira, 7 de maio de 2020

CORONAVÍRUS (COVID-19) Programa distribuirá 439 toneladas de alimentos para quase 104 mil cearenses



O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA-CDS) compra e distribui 439.271,52 kg de alimentos até o final de junho deste ano. A ação encabeçada no estado pela Secretaria do Desenvolvimento Agrário atende 1.215 produtores rurais com cadastro já aprovado e beneficia a 651 entidades socioassistenciais em 99 municípios cearenses. O recurso, da ordem de R$ 1,91 milhão, é do Ministério da Cidadania e será destinado à ações de segurança alimentar e nutricional no âmbito do enfrentamento ao novo coronavírus.
“Faremos kits com produtos da agricultura familiar a serem distribuídos nas centrais de distribuição nos municípios que assinaram o Termo de Cooperação com a SDA. Os kits contêm produtos cadastrados por agricultores familiares e entidades e atendem ao número de beneficiários enviados pelas prefeituras”, detalha De Assis Diniz, secretário do Desenvolvimento Agrário. “Para evitarmos aglomerações: agricultores familiares entregarão os alimentos nas centrais, centrais distribuirão às entidades e estas entregarão diretamente aos beneficiários, conforme relação de beneficiários com Número de Identificação Social (NIS)”.
No período de pandemia, o Programa de Aquisição de Alimentos – Compra com Doação Simultânea chega à casa de 103.998 cearenses e oferece produtos como bolos, carnes, doces, ovos caipiras, frutas, hortaliças e verduras. Os beneficiários consumidores são pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional atendidos pela rede socioassistencial local, equipamentos públicos de alimentação e nutrição, rede pública e filantrópica de ensino, hospitais e demais estabelecimentos que forneçam refeições prontas, gratuitas e contínuas.
Os beneficiários fornecedores são agricultores pronafianos, assentados da reforma agrária, silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, indígenas, remanescentes de quilombolas e povos de comunidade tradicionais. Os alimentos são produzidos na própria unidade produtiva e são remunerados com um preço justo de mercado. A prioridade é pela compra da produção das mulheres e de produtos orgânicos.

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