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quarta-feira, 22 de maio de 2019

DETRAN: Detran do Ceará realiza Leilão de Veículos de 23 a 25 de maio

O Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran) realiza, de quinta-feira (23) a sábado (25), mais um leilão de veículos, com a oferta de 706 lotes entre carros, motocicletas e sucatas. Qualquer pessoa pode participar, entretanto, os lotes de sucata só podem ser arrematados por sucateiros (pessoa jurídica), cadastrados previamente no Detran.
Entre os lotes, estão disponíveis motos de diferentes cilindradas com lances iniciais que variam de R$300 a R$2.700 ou ainda automóveis de vários modelos e diferentes anos de fabricação com lances iniciais entre R$2.000,00 até R$13.000,00.
O leilão acontecerá no pátio da Montenegro Leilões (Rua Ademar Paula, Nº 1000, Esplanada do Castelão) e também pela Internet, através do site www.montenegroleiloes.com.br. Para efetuar lances pela Internet, o interessado deverá fazer um cadastro antecipado no site do leiloeiro.
Todos os lotes estarão disponíveis para visitação durante os dias do leilão, a partir das 8h. Após o término do leilão e cumprido o prazo estabelecido, a partir do dia 25 de julho de 2019 os arrematantes deverão comparecer ao Detran para efetuar procedimentos como emissão e pagamento das taxas, vistoria e transferência.
Importante ressaltar que o arrematante recebe o veículo adquirido sem nenhum débito anterior ao leilão, sendo de sua responsabilidade efetuar apenas o mesmo procedimentos de um veículo comprado em concessionária como taxa de transferência, confecção de placa, entre outros.
Para ver a relação de todos os lotes clique aqui e para mais informações sobre normas e procedimentos acesse este link.
Todos os veículos foram apreendidos pelo órgão, por circularem irregularmente na via pública. O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) determina que órgãos de trânsito façam leilão de veículos apreendidos, quando não são resgatados pelos proprietários em 30 dias.

Serviço

Leilão de Veículos do Detran-CE
Datas: 23, 24 e 25 de Maio de 2019
Horário: Visitação – 8h / Leilão – 10h
Como participar:
Presencialmente – Pátio do Leiloeiro (Rua Ademar Paula, Nº 1000, Esplanada do Castelão – Fortaleza/CE)
On-Line – Cadastro e lances através do site: www.montenegroleiloes.com.br

Governo do Ceará inaugura areninha e sistema de abastecimento em Reriutaba nesta quinta-feira (23)

A quinta-feira (23) será de festa para os moradores de Reriutaba, no Sertão de Sobral. O Governo do Ceará entrega a 44ª areninha e dois sistemas de abastecimento de água do Projeto São José III no município.
Construído pelo Governo do Ceará, por meio da Secretaria do Esporte e Juventude (Sejuv) e do Departamento de Arquitetura e Engenharia (DAE), o novo equipamento esportivo ocupa uma área de 1.200m² no bairro Vila Nova, com investimento de R$ 258.246,66, e conta com alambrados, campo de gramado sintético, iluminação e vestiários com banheiros.

Segurança hídrica

Na oportunidade, mais de 600 famílias receberão água encanada na inauguração de dois sistemas de abastecimento por investimento da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), através do Projeto São José III.
Os sistemas beneficiam 472 famílias da comunidade Campo Lindo e mais 150 famílias da Comunidade Riacho das Flores. Ao todo o investimento é de R$ 1.903.488,99.

Serviço

Inauguração de areninha e sistemas de abastecimento
Data: 23 de maio de 2019 (quinta-feira)
Horário: 17h
Local: Rua José Teodoro, 250, Bairro Vila Nova – Reriutaba/CE

TECNOLOGIA: Ceará investe em infraestrutura para atrair novas empresas do setor de TIC




Nos últimos anos, o Governo do Estado do Ceará tem viabilizado infraestrutura e investimentos com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento econômico do setor de Tecnologia da Informação (TIC). No final de 2018, o governador Camilo Santana sancionou a Lei nº 16.727, que criou o Programa hub de Tecnologia da Informação e Comunicação (HTIC), com o intuito de otimizar os recursos de custeio e investimentos em TIC.
O Estado também está em processo de migração de todas as suas operações para o ambiente de nuvem, possibilitando uma maior economia nos gastos operacionais e maior agilidade nos processos. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Ceará é um dos três estados brasileiros com melhor conexão banda larga, velocidade e quantidade de fibra ótica instalada. A velocidade média do Estado contratada (Mbps) é a terceira maior do Brasil (27,23Mbps), perdendo apenas para São Paulo (30,39Mbps) e Distrito Federal (27,61Mbps). Além disso, 85,9% dos municípios cearenses possuem cobertura de fibra ótica.
A inauguração do Data Center da multinacional de telecomunicações Angola Cables em abril deste ano foi um outro importante passo dado pelo Ceará rumo ao protagonismo no setor de TIC. A empresa angolana investiu cerca de US$ 300 milhões na construção de um Data Center, na Praia do Futuro, e na instalação dos cabos submarinos Sacs e Monet, que ligam via fibra óptica duas regiões com grande potencial econômico – Américas e África, gerando uma rota alternativa de conectividade com os Estados Unidos e o continente asiático.
“A Agência de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Adece), além de dispor de uma câmara setorial que discute assuntos relacionados ao setor de TIC, tem buscado colaborar com a ambiência para criação de novos negócios na área. Nós temos uma Câmara Setorial onde são discutidas todas as questões ligadas ao setor e a nossa expectativa é que, com a infraestrutura que está sendo disponibilizada pelo Estado, nós possamos atrair novas empresas do setor para cá. O nosso desafio atual é o fomento as startups e qualificação do conhecimento para que possamos não somente atrair novas empresas, como ofertar mão de obra qualificada para suprir este mercado”, explica o presidente da Adece, Eduardo Neves.
A expectativa é que a vinda da Angola Cables gere para Fortaleza, em 2055, um aumento de R$ 1,2 bi no PIB e um PIB acumulado de R$ 22,3 bi no fim do período. O Data Center também prevê a criação de 637 empregos ao longo do período, sendo os empregos diretos de maior qualificação técnica. Além disso, o empreendimento também servirá de fator facilitador para a atração de novos investimentos e negócios para o Estado.
“A nossa sociedade demanda muitas telecomunicações, seja nos relacionamentos entre pessoas ou para transações de negócios entre organizações empresariais. Daí, poder contar com uma infraestrutura de cabos submarinos de fibras ópticas é potencialmente um grande diferencial competitivo para o Estado”, afirma o presidente da Câmara Setorial de TIC da Adece, Maurício Brito.

Tendências para o futuro

De acordo com a plataforma de planejamento estratégico Ceará 2050, o setor de TIC foi identificado como uma das megatendências que afetarão os serviços no Ceará nos próximos anos. Esta é uma área que está associada à criação de oportunidades em vários setores econômicos dinâmicos ou de suporte às empresas e que pode potencializar significativos ganhos de produtividade para o mercado cearense.
Na perspectiva de se elevar os níveis de competitividade e de integração da economia local, a área de TIC requer um forte investimento na qualificação da força de trabalho e em capital humano. De acordo com o levantamento feito pelas Rotas Estratégicas Setoriais da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), atualmente, a remuneração média do setor no estado é de R$ 3.092, com uma média de 13,5 anos de estudo.
Em se tratando de abertura de cursos ligados ao setor, o Ceará possui 596 turmas, que somam um total de 20.142 alunos matriculados. Informática (9.966), Rede de Computadores (4.504) e Eletrotécnica (2.238) são os cursos que reúnem a maior quantidade de alunos matriculados.
A participação do setor no Produto Interno Bruto Cearense (PIB) foi de 2,06% em 2018, mas neste ano de 2019 já supera a marca de 2,04. Atualmente, o setor gera mais de 14 mil empregos diretos na economia local, o que representa um aumento de 23,22% nos últimos cinco anos.
Governo do Ceara

VENEZUELANOS EM FORTALEZA: Refugiados são transferidos para "Casa de Convivência"

Um grupo de 29 imigrantes venezuelanos que moravam em situação de extrema vulnerabilidade, no Centro de Fortaleza, foi transferido para um abrigo chamado "Casa de Convivência", no Bairro Barra do Ceará, ontem (22). A situação dos estrangeiros havia sido denunciada pela Comissão de Direitos Humanos da secção cearense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-CE).
A entidade apontou um grupo de aproximadamente 40 venezuelanos que chegaram a Fortaleza, no último dia 16 de maio. A transferência para o abrigo com condições de acomodá-los ocorreu após uma reunião da Secretaria da Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos, na tarde de ontem, "com toda a rede de acolhimento para tratar dos encaminhamentos possíveis".
Diferentemente do número apontado pela OAB-CE, Elpídio Nogueira, titular da Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SDHDS), da Prefeitura de Fortaleza, informou que uma equipe de agentes foi ao local e identificou 29 venezuelanos na situação denunciada - entre eles, crianças. Todos foram transferidos para a Barra do Ceará.
"Terminamos de fazer o acolhimento deles em um equipamento nosso, provisoriamente, enquanto estamos lidando com a Polícia Federal para ver a questão da documentação, com a Secretaria da Saúde para ver a vacinação deles, e com a SDHDS para ver as necessidades de alimentação e roupa", revela.
Vulnerabilidade
Antes da transferência, os imigrantes se encontravam em situação de extrema vulnerabilidade socioeconômica. O grupo chegou em um ônibus que veio de Belém, cidade onde permaneceu por sete meses. Antes disso, esteve em Manaus, de onde precisou sair pelos mesmos motivos que os fez deixar a capital paraense.
Intercalando palavras em espanhol e português com o seu próprio dialeto, um dos imigrantes (cuja identidade será preservada) conta que as prefeituras de ambas as cidades informaram, após alguns meses, que não havia recursos para mantê-los em abrigos.
Já em solo cearense, a 'comunidade' desembarcou na Praça José de Alencar, e começou a vagar em busca de abrigo. A única possibilidade era dividir o grupo em cinco quartos de um imóvel ainda em reforma, com algumas paredes sem revestimento e buracos no chão.
A cobertura danificada do local se desgastou ainda mais com as chuvas, acumulando água dentro da construção. Para as famílias, além do alimento, faltam roupas, colchões e lençóis. José (nome fictício) revelou que a dificuldade em conseguir emprego se repetiu em todas as cidades por onde passou nos últimos dois anos.
"Alguns vão pedir (dinheiro) nas ruas. Quando compramos um prato de comida, é para dividir para mim, minha mulher e nossos três filhos. Eram quatro, mas um morreu ainda na Venezuela", lembra.
No país de origem, o irmão do imigrante venezuelano aguarda a oportunidade para juntar-se a ele no Brasil, mas ainda não tem dinheiro o bastante para a viagem. "Ele pede para eu avisar quando conseguir uma casa, porque quer vir também. Aqui está ruim, mas lá acabou remédio, acabou tudo", explica.

TRISTEZA: Nova mortandade de pescado põe fim a atividade no Castanhão

Os cinco episódios de morte dos pescados, em apenas quatro anos, resultaram no fim da atividade pesqueira que gerava renda direta para mais de 60% da população de Jaguaribara. Centenas de piscicultores estão desempregados


O fim da piscicultura no Castanhão, o maior reservatório do Ceará, provoca grave impacto na economia da cidade de Jaguaribara: desemprego, queda de 70% no comércio varejista, fechamento de lojas de ração e de outros produtos ligados à atividade e famílias de piscicultores - agora sem trabalho e renda - enfrentando dificuldades de sobrevivência.
A descrição do cenário é da secretária de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Aquicultura e Pesca de Jaguaribara, Lívia Barreto. "A economia local depende da piscicultura, que gerou trabalho, renda e trouxe a esperança de dias melhores para centenas de piscicultores e trabalhadores, mas agora veio uma crise que parece não ter fim", disse. "O impacto é gritante, a situação é triste e muito preocupante".
Nos últimos quatro anos, com a queda seguida do nível do reservatório, que acumula atualmente 5,5%, houve registro de mortandade de pescado nos parques aquícolas. Há cinco meses, o episódio se repetiu, eliminando 95% do pescado existente nas gaiolas e atingindo até o peixe nativo. Em abril passado, houve uma nova onda de mortalidade nos criatórios. Até aquele mês, a estimativa era de 1.694 toneladas de pescado morto nos tanques-redes.
No início desta semana, a mortandade atingiu o restante dos criatórios, pondo fim à atividade no reservatório. "Ainda não temos o levantamento dessa última mortandade porque a prioridade é retirar o pescado morto das gaiolas", explicou Barreto. "Depois, vamos fazer o levantamento completo, saber quantos produtores foram atingidos, mas todo um parque aquícola foi dizimado".
Reivindicações
A Prefeitura de Jaguaribara já apresentou em, pelo menos, cinco reuniões com representantes da Casa Civil do Governo do Estado reivindicações para socorrer os trabalhadores e os pequenos piscicultores: distribuição de cestas básicas para 200 famílias, amparo financeiro mínimo para 78 famílias, assistência técnica e o envio de uma equipe para avaliar a situação econômica e social, que a cidade atravessa.
"Até agora, não recebemos nenhuma resposta concreta do Governo do Estado, nem conseguimos falar com o governador", lamentou Lívia Barreto. "O prefeito já decidiu não mais participar de nenhum encontro". Os piscicultores e autoridades locais lamentam a situação em que se encontram. Eles observam que a água do Castanhão é levada para outras cidades, o Governo recebe recursos com a venda da água bruta, mas não há medidas compensatórias para as atividades produtivas que sofrem com a escassez do recurso hídrico.
Já com relação à Secretaria Nacional de Pesca, houve o compromisso de prorrogação de dívidas de empréstimos no banco, o estudo para implantar um seguro para a atividade, assistência técnica especializada e cadastramento dos piscicultores. "Estamos aguardando um retorno até julho próximo", pontuou Lívia.
Afetados
Em decorrência da crise hídrica que reduziu consideravelmente o volume do Castanhão desde 2012, os médios e grandes piscicultores transferiram as gaiolas e atividades para outros reservatórios na Bahia e em outros estados. Ficaram os pequenos produtores e trabalhadores, que hoje sofrem a consequência do fim da atividade. Todos estão sem trabalho e sem renda.
A cidade de Jaguaribara, primeiro centro urbano planejado do Ceará, enfrenta uma crise econômica sem precedentes. A queda brusca da renda dos moradores decorre de cinco episódios de mortandade de pescado ocorridos nos últimos quatro anos. As ruas largas e planas mais parecem cena de filme de cidade "fantasma". São dezenas de prédios fechados.
"A nossa única fonte de trabalho e renda é o peixe e perdemos tudo", lamenta o piscicultor Luís Alves. O varejo se ressente da queda nas vendas. "Temos uma dependência direta da produção de pescado no Castanhão, que se acabou", disse o prefeito Joacir Alves dos Santos Júnior. Os vendedores lojistas confirmam o quadro. "Neste ano, as vendas caíram demais, não se vende nem a metade do que se costumava vender nessa época do ano", lamentou a comerciária Renata Pinheiro.
Para Lívia Barreto, o quadro é cada vez pior. "A cidade foi planejada, saneada, ruas largas, mas não se pensou nas atividades econômicas", pontuou. "Nenhum projeto prometido pelo Governo deu certo ou foi concluído".
Os projetos Curupati-Irrigação, Curupati-Peixe e o Mandacaru não foram efetivados, deixando até hoje as famílias que antes viviam na velha Jaguaribara sem condições de trabalho e renda. "Na cidade antiga, havia alternativa de sobrevivência, mas aqui, não", acrescentou Barreto.
Honório Barbosa DN