Ads 468x60px

terça-feira, 28 de março de 2017

IMÓVEIS DE LUXO: Suspeitos de dar golpes são soltos



Francisco Isaías Lima seria integrante do bando que estaria invadindo e negociando casas, que iriam a leilão
Patrícia Alves de Oliveira é casada com Isaías. Eles foram detidos em uma casa com situação irregular, na Sapiranga
Após cinco dias da prisão de um trio, que estaria envolvido em um golpe milionário, dois dos suspeitos foram soltos. Francisco Isaías Lima Luz, 59, e Patrícia Alves de Oliveira, 23, supostos integrantes do grupo de estelionatários que vendiam ilegalmente imóveis que iriam a leilão pela Caixa Econômica Federal (CEF), foram liberados após o prazo de cinco dias de suas prisões temporárias expirarem.

De acordo com advogado dos suspeitos, Túlio Magno, "não foram encontrados elementos que incriminassem os indiciados, sendo prematura qualquer conclusão ou juízo de valor nessa fase processual". Com isso, não foi comprovada necessidade de prorrogar o permanência deles na prisão, conforme Magno.

O titular do 2ºDP (Aldeota), delegado Dionísio Amaral, ressalta que o terceiro envolvido no golpe que se aproxima do valor de R$ 10 milhões, Rogério Leitão dos Santos, 39, permanece detido e é apontado como chefe do bando. Rogério afirmou à Polícia que atuava em diversos segmentos empresariais.

"Era uma prisão temporária e praticamente todos os bens das vítimas foram restituídos. Outros dois continuam foragidos e estamos em diligências", disse o delegado se referindo a Janaína Freitas da Costa, 29, e Raimundo Dertan Araújo Nascimento, 43, que são foragidos da Justiça.

Detenção
A Polícia afirma que o casal Francisco Isaías e Patrícia Alves foi detido, na tarde da última quarta-feira (22), na Sapiranga, em umas das residências ocupadas de forma irregular. Ambos teriam apontado Rogério Leitão, detido em um condomínio de luxo no Eusébio, como o mentor das ações que já eram aplicadas há, pelo menos, sete anos.

Os negócios ilegais supostamente promovidos pelos cinco suspeitos aconteciam mediante a apresentação de documentos falsos dos imóveis que seriam leiloados. As vítimas interessadas nas casas chegavam a ofertar veículos de luxo em troca. Segundo Dionísio Amaral, o grupo prometia resolver a documentação em até 60 dias e supervalorizavam os valores dos veículos, mas não cumpriam os tratos.

Diário do Nordeste/Portal do Helvecio

0 comentários:

Postar um comentário