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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ESTUDO INÉDITO: Cirurgia bariátrica evitaria quase 2 milhões de casos de diabetes





Pacientes elegíveis para a cirurgia bariátrica com tempo de espera de dois, quatro e seis anos foram foco do estudo “The waiting time for gastric bypass: how long should the healthcare system tolerate?”, que revelou um dado interessante: 52,27% dos analisados desenvolveriam diabetes tipo 2 em um período de até 20 anos se não realizassem a cirurgia, ao passo que se o procedimento fosse realizado imediatamente, esse percentual cairia para 24,46%. Já se o paciente fosse operado após aguardar durante 7 anos, seu risco de diabetes tipo 2 aumentaria para 35,14%. 


O levantamento, realizado pela Johnson & Johnson Medical Devices em parceria com o médico especialista em cirurgia bariátrica Ricardo Cohen, demonstrou que a falta do tratamento adequado poderia acrescentar ao sistema de saúde brasileiro 1,83 milhão de pessoas com diabetes tipo 2, que se uniriam aos 12 milhões de diabéticos atuais no país, estimados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SDB). 


Remissão e controle do diabetes

A intervenção bariátrica leva a uma remissão e controle do diabetes tipo 2 presente em muitos obesos, o que elimina as medicações e garante uma melhor qualidade de vida. O novo estudo revela que a não realização da cirurgia elevaria significativamente a quantidade de diabéticos. Além disso, a pesquisa indicou que  27,57% dos pacientes que não forem submetidos à cirurgia bariátrica podem chegar à morte, enquanto que se a cirurgia for feita de forma imediata, o índice cai para 15,39%.
Caso 9% dos elegíveis atendidos pelo SUS fossem submetidos à intervenção imediatamente, 40 mil vidas seriam salvas e 164,7 mil pacientes deixariam de desenvolver o diabetes tipo 2 nos próximos 20 anos. 

“A espera pelo tratamento cirúrgico é catastrófica, mata mais pacientes, provoca mais eventos cardiovasculares, como o infarto, e aumenta o número de diabéticos no país; além de outros riscos associados à obesidade, como o câncer, que não fez parte da simulação”, ressalta o cirurgião geral Ricardo Cohen. 

Portal do Helvecio

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