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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

FORTALEZA E CRATEUS: Exército vai atuar no Ceará com 230 agentes no combate ao Aedes aegypti

Militares do Exército Brasileiro foram convocados para colaborar com agentes de saúde do Estado do Ceará e de endemias de Fortaleza no combate ao mosquitoAedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chicungunya. Nesta quinta-feira (28), os 200 militares tiveram a última aula de capacitação.
“Desde dezembro do ano passado, passamos a ter treinamento. Eles vão reforçar a equipe de vigilantes como se vigilantes fossem, particularmente usando credibilidade do Exército Brasileiro para visitar as casas da população”, explica o coronel Luiz Benício, assessor institucional de relações públicas do Exército.

Atualmente, são 800 agentes de endemias e 2.300 agentes de saúde  nas ruas de Fortaleza. São 3.100 homens para visitar 1,7 milhão de imóveis. De acordo com a Secretaria de Saúde de Fortaleza, entre 15 de dezembro de 2015 e 23 de janeiro deste ano, 122.339 imóveis já foram trabalhados, e em 9.517 havia depósito de água, precisando, assim, da aplicação de larvicida. Desses, 360 tinham focos do mosquito.
"A gente precisa visitar 710 mil imóveis até 29 de fevereiro. É uma realidade gritante, e este grande número de imóveis possui problemas de aspecto sanitário, entre eles a infestação do mosquito. O que a gente pode fazer é fortalecer o controle", diz Nélio.De acordo com gerente da Célula de Vigilância Ambiental de Riscos Biológicos, Nélio Morais, do total de imóveis na capital cearense, 116 mil costumam apresentar novos focos a cada visita dos agentes de saúde. Para ele, lidar com o combate ao mosquito é um processo de grande complexidade.
O Exército vai atuar como agentes de endemias vedando caixas d'água e verificando onde existe foco do mosquito, fortalecendo a inspeção dos imóveis.  Além dos 200 militares que vão atuar em Fortaleza, outros 30 também receberam treinamento para atuar em Crateús, no sul do Estado.
g1

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