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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Flamengo leva R$ 25 milhões: Caixa está alinhada com o governo para profissionalizar futebol do Brasil, diz presidenta

Miriam Belchior assina contrato de patrocínio com Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, um dos clubes que aderiram ao Profut
A presidenta da Caixa, Miriam Belchior, afirmou que os patrocínios do banco aos times do País já estão sendo feitos de acordo com os critérios estabelecidos no Programa de Modernização do Futebol Brasileiro (Profut).
Segundo ela, “a vinculação dos patrocínios da Caixa ao Profut demonstra que o banco está alinhado a essa iniciativa do governo federal para a profissionalização do futebol: gestão fiscal, governança, fortalecimento do futebol feminino, melhoria das condições de trabalho dos atletas e formação de categoria de base”.
As declarações foram dadas por ocasião da cerimônia realizada no Palácio do Planalto, com a presença da presidenta Dilma Rousseff, para a assinatura de contratos de patrocínio de futebol entre a Caixa e dez clubes brasileiros, no valor total de R$ 83 milhões para 2016.
Os dez clubes com patrocínio assinado hoje são: Flamengo (R$ 25 milhões); Cruzeiro e Atlético-MG (R$12,5 milhões cada); Atlético-PR, Coritiba, Sport e Vitória (R$ 6 milhões cada); Chapecoense e Figueirense (R$ 4 milhões cada) e CRB (R$ 1 milhão).
Além destes, o Corinthians (SP) tem contrato vigente até 23 de fevereiro e as negociações para a renovação estão em andamento. De acordo com a Caixa, as negociações em andamento com clubes e organizações de campeonatos devem elevar os valores investidos a mais de R$ 100 milhões.
Caixa manterá investimentos em 2016
O superintendente de Promoções e Eventos da Caixa, Gerson Bordignon, destacou a importância desta iniciativa para o banco, que hoje está entre os maiores patrocinadores do esporte nacional, com investimentos no atletismo, na ginástica, no ciclismo e na luta olímpica, além do apoio ao paradesporto. Em 2016, os investimentos em esporte devem somar R$ 269 milhões.
“A Caixa mantém o seu investimento em esporte como um todo. No esporte olímpico, paralímpico, corridas de rua e também no futebol. A concorrência no mercado financeiro continua, seja ano de dificuldade maior ou não. O investimento continua”, garantiu Bordignon.
Helvecio Martins

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